Bem, boa tarde, quase noite.
Fico lembrando os idos de 2002, 2003, quando eu inventava de escrever o que pensava e o que fazia da minha vida numa agenda da Skill no metrô ou no trem, exatamente como faço agora pelo cel. O mundo mudou; jamais podia imaginar que a tecnologia me permitiria prescindir do binômio papel-lápis e, sobretudo, que eu teria um emprego que me permitisse comprar um cel tão avançado. Mas e a minha vida? Os cabelos continuam os mesmos, mas o dono deles...
Sei lá. Não era assim que eu queria fazer um blog. Tem muita coisa que quero contar, ao mesmo tempo que não quero que ninguém ouça, ou leia. Eu sou várias pessoas, assim como cada um de nós é, e a pessoa que tem algo a dizer não é o Henio que a maioria das gentes está acostumada a ouvir. Este Henio é outro, soturno, introspectivo, pessoalmente lacônico e virtualmente loquaz.
Bem, tudo o que tenho a dizer é que não há nada a dizer no momento.
Até menos. Ou até outro blog.
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